segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Ideias de mimos para ex

Naquelas reflexões que não acrescentam nada para a Humanidade, estive pensando no quanto seria interessante falarmos sobre os presentes ideais para "ex-colorido", "ex-preto & branco" e aqueles que nada foram, apenas passaram e nem "ex" são considerados, estes são aqueles que não marcaram em nada além de trazerem chatices, nada além disso.

Pensei que o presente ideal teria que ser algo muito útil. Que tal o envio de vários produtos de uma "sex-shop" dizendo que são aquelas coisas que ele não conhece, mas que servem muito mais do que ele já serviu alguma vez, boa? 

Também poderíamos acrescentar algum bilhete amoroso, algo do género "Sabia que as mulheres fingem orgasmos?", também poderíamos pensar em algo que trouxesse ainda mais ânimo para o "ex-colorido", "Ah, eu pensei que fosse bom porque não tinha experimentado o seu melhor amigo..."Ah, você é tão bom...tão bom...que não me apetece repetir"...Acho incrivelmente suave este mimo extra, é feito realmente de muita dedicação. Estamos a falar de uma pessoa que se preocupa em oferecer o melhor e ainda se dedica por alguns instantes para enviar a prenda e um bilhete. Adoro estes mimos!

Mais ideias? Sim, talvez um e-mail com uma imagem de um vibrador enorme e uma chamada de atenção "Isso é o que você pensa que tem..." e uma outra imagem de um "mini-vibrador"..."mas isso é o que você realmente tem". Penso que a pessoa sentir-se-ia mais satisfeita. 


Neste momento de mimos ideais, ocorre-me simplesmente que o melhor de tudo é não oferecer mesmo nada, afinal, a pessoa já perdeu um bom tempo fazendo “frete” e a superioridade demonstra-se pelo silêncio, aliás, pela enorme solidariedade em não demonstrar ao outro que a sua vida é bem mais interessante sem ele. Nestas horas surge uma outra ideia, a pessoa certa para ser presenteada deve ser a atual namorada, algo com um bilhete de agradecimento “Obrigada por me livrar da tortura diária de dizer ‘não, não quero mais’”. 

Brincadeiras à parte, considerem as ideias de mimos, nunca se sabe quando serão necessárias :)

NÃO VOU MAIS TE DAR

domingo, 22 de fevereiro de 2015

A cacarejona romântica!

Esta mulher, de facto, irrita-me profundamente. Primeiro, não lhe reconheço qualquer talento. Acompanho bloggers que escrevem um milhão de vezes melhor, sem livros editados. Acho-a cansativa e enfadonha. Aliás, só de olhar para ela dá-me vontade de bocejar e comer donuts. Não sei, a senhora dá-me fome. Deve ser talvez pelo seu ar subnutrido. 

A pessoa tem uma crónica na revista Vidas. Estas suas crónicas só devem ser lidas por seres com um QI inferior ao de um vegetal, pois os textos têm a incrível capacidade de não dizer nada de jeito do principio ao fim. Ora, não vale perguntar porque fui eu ler. Até porque se não lesse era porque criticava sem ler, se ler é porque sou uma besta ressabiada que só gosta de falar mal das pessoas, "não gostas, não leias". Então vão todos pastar a vaquinha e deixem-me ser bestonça à vontade.

Na última crónica, a coisa fala sobre uma reportagem (???) da revista Sábado cuja temática são homens e mulheres prestes a completar 50 anos. Irritada ficou a senhora, quando se apercebeu que no caso das mulheres, a revista publicava fotos de corpo inteiro para ser perceptível a anorexia nervosa, enquanto no caso dos machos, as fotos eram só da cara. Pois que mal vê a criatura nisto? Não sei, ela não explica. Mas deve ser alguma razão sexista. Provavelmente a moça considera-os mais acabaditos e é da opinião que a revista devia colocar fotos de corpo inteiro para contarmos os Big Mac's na pança do Charlie Sheen. Se bem que o senhor até é magro. A droga traz certas vantagens. Adiante!

A pessoa continua frisando que nem gosta da sua foto porque marca demasiado as curvas (coff coff - ossos), mas que foi opção da revista fazer aquela produção e que seria suposto ela aparecer tipo "bomba" (relógio! Que uma pessoa anémica pode esvair-se a qualquer momento). Não deixa de mandar uma farpazita à Princesa Stéphanie do Mónaco (basicamente acha que esta badalhoca que não espalha um creme da Roc há 20 anos naquela tromba não devia estar na mesma lista que ela). Depois, todo o restante texto é basicamente o relativizar do factor idade face à jovialidade que já depende de cada um. É de uma importância esta conclusão. É quase como a descoberta de petróleo na Venda da Gaita!

Conclusão - Cocózice. Todos os livros (que eu não li, Deus me livre e guarde), todas as crónicas, todas as teorias sobre gordas que roubam os homens das etíopes, todos os ensaios sobre o amor, todos os romances de três e quinhentos, todo e qualquer perdigoto que saia daquela boca é cocó - tudo cocó. Desisto de encontrar algo interessante na gaja. Mas eu tentei, an?!


sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

O raio das hormonas!

Quem estava com saudades minhas? Digam a verdade, vá lá! Ninguém, certo? Mas eu estava com saudades de um sítio onde pudesse escrever parvoíces à vontade :)
Pois que estive 8 meses longe da Internet a inchar e agora estou prestes a rebentar! E hoje vou falar mal de quem se esqueceu do que é o civismo. Se te servir a carapuça, óptimo! E o que vais fazer em relação a isso??

Todos os dias era a mesma coisa, chegava à estação dos comboios, depois de um dia de trabalho, e encontrava as escadas rolantes para subir para a gare paradas. PORRA!! Vocês fazem ideia o que é subir a porcaria das escadas todos os dias com uma barriga de 7 meses, com mais 10 kg em cima?? Eu digo-vos que não é fácil e a única alternativa era um elevador que ou estava parado ou muitas vezes era utilizado por quem não precisa mas não está para se cansar. Depois de alguns dias, eu percebi o que acontecia. Havia sempre alguém que saindo do comboio e não querendo esperar pela sua vez para descer nas escadas rolantes, parava as escadas que subiam para poder utilizar. E quem quisesse subir que se LIXASSE!! Era tudo uma questão de sorte, ou isso acontecia pouco antes de chegar à estação ou pouco depois (e foi por isso que alguns dias eu vi acontecer). Num dia em que eu vi, as hormonas apoderaram-se de mim (agora posso culpá-las à vontade), e chamei um nome feio qualquer à cabra. Não devia estar em mim porque nem me lembro qual foi. Mas a mulher, em vez de perceber que fez mal e calar-se ainda mandou vir como se tivesse toda a razão do mundo! "Não posso, não posso?" dizia ela. CABRA!! Se tivesse algum problema nas deslocações se calhar percebia. Infelizmente não foi caso isolado e depois disso vi outros homens e mulheres a fazer o mesmo.

O mundo está perdido! Cada um pensa em si e não quer saber do próximo. É cada um por si.
É assim tão difícil colocarmo-nos no lugar dos outros??

Arquivo