Estamos no mês dos finados e eu não sabia?
quinta-feira, 26 de março de 2015
Agora??????
Andou uma pessoa a penar por um top da H&M, a correr todas as lojas e a ouvir sempre a mesma resposta: "não temos. Experimente ir à baixa que é a loja que tem mais coisas" e agora que finalmente posso ir à baixa inspeccionar os trapos é que abre a store online?! Não dava para ter aberto um bocadinho antes, não?! Mas agora já não é preciso. Vou à loja e vou experimentar tudo. Vai que o top que mais amo neste momento me assenta mal que doí e isto das trocas das compras online nem sempre são muito fáceis. Portanto, baixa c'agente.
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O meu Pingo Doce!
- O meu Pingo Doce tem esgotadas há pelo menos 2 semanas as únicas mulas das bolachas que eu gosto e me apetecem comer neste momento (basicamente esferovite barrado com chocolate);
- O meu Pingo Doce só tem comida com um aspecto rançoso que parece que já está ali há uma vida inteira e normalmente a única opção de peixe que existe é sempre sensaborona;
- O meu Pingo Doce raramente tem sandes de pasta de atum/delicias que realmente tenha pasta dentro. Normalmente é pão, alface e cheiro a atum ou delicias;
- O meu Pingo Doce tem sempre frutinha cortadinha com o ar mais fresquinho do mundo quando trago de casa e não preciso de comprar. No entanto sempre que vou toda lambona comprar uma embalagem de manga ou papaia ou Kiwi cortadinho porque me está mesmo, mas mesmo a apetecer, não há. Nem uma pequena sombra. Nem uma embalagem incertada, nada, nestum.
- O meu Pingo Doce tem filas intermináveis na caixa à hora de almoço quando apenas quero comprar uma misera sandes;
- O meu Pingo Doce tem 300 velhinhas nas caixas que decidiram naquele preciso momento, naquela altura especifica ir fazer as comprinhas da semana. E como a agilidade já não é o que era, os alongamentos para apanhar o leite Vigor, a bolachinha Belga, o sabonete Fá e os lombinhos de bacalhau graúdo Pescanova, do cesto para pôr na passadeira rolante demoram uma pequena eternidade;
- O meu Pingo Doce tem seres execráveis que depois de verem todos os seus produtinhos fofos da sua comprinha linda serem passados, codigozinho, atrás de codigozinho de barras pedem para anular a compra porque no inicio se esqueceram de dar o cartão Poupa Mais;
- O meu Pingo Doce tem funcionárias dopadas com Prozac que não conseguem sorrir, nem dizer bom dia ou boa tarde, arrastando apenas os produtos a uma velocidade caracol com um olhar vazio de quem está em qualquer parte do mundo, menos ali;
Eu gosto tanto do meu Pingo Doce que dos 60 minutos da minha hora de almoço, 50 são para ficar na fila da caixa para comprar uma sandes, 5 minutos são para o caminho e os outros 5 são para a engolir. E volto sempre, quase todos os dias, até porque não há mais nenhum puto de nenhum sitio decente para almoçar nas redondezas. É caso para cantarolar alegremente "Pingo Doce, Sabe bem pagar tão pouco".
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quarta-feira, 25 de março de 2015
O porco e o MasterChef
Eu gosto muito de ver o MasterChef ou Machachefe como diz o chefe Cordeiro, mas não sei explicar propriamente o porquê. Não sei cozinhar, não gosto especialmente de o fazer, nem tenho grande paciência, mas aprecio o formato. Custa-me, é claro, como pessoa que se abstém do consumo da carne vê-los a amanhar cordeiros, a desossar frangos e até mesmo a filetar o peixe, mas tolero e lá vou acompanhando os episódios.
Vi agora a polémica em torno da imagem das cabeças de porco em cima da bancada de cada um dos pseudo chefs e toda a revolta que tem causado e o que tenho a dizer meus caros, é que FELIZMENTE estamos a evoluir. Há uns anos atrás isto seria perfeitamente aceitável para o bom português, mas agora já não é. A mentalidade lusitana está a mudar. Estamos cada vez mais conscientes e sensíveis no que toca à causa animal e aos direitos que estes deveriam possuir perante a lei. E sim, continuaremos a comer carne, mas isso não quer dizer que queiramos ver um porco decapitado. Uma coisa é um bife outra coisa completamente diferente é um cadáver.
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Manuel Luís Goucha,
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